Lá onde se cruzam os sonhos, as aspirações, as realidades
dolorosas, o que nunca será, o que gostaríamos de ter, o que achamos que nos
faz falta, o que é urgente, o que ficará para depois, o presente, o futuro, as expectativas,
a simplicidade, os egos, a infância e a lista poderia continuar… tudo menos o
agora. Somos confrontados pelas famílias, de um, de dois, de duas, numerosas,
monoparentais, multigeracionais, inclusivas, exclusivas, não há lugar mais democrático.
Todos temos um motivo para ir ao Ikea. Nem que seja para sermos parte da mole.
Vestimos a nossa capa de impessoalidade e importância e seguimos as setas. Eu,
por agora, agradeço a despersonalização.
O ikea (tal como o aki ou leroy merlin) é o meu antidepressivo, lugar do demo, tudo ao mesmo tempo. Lego para adultos <3
ResponderEliminarTetris, na minha cabeça é um tetris, sempre a pensar como é que aquele móvel se encaixava ali, naquele espaço exíguo.
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