Não sei muito bem para que insisto em usar chapéu pois por
muito que me proteja da chuva, não me protege das abéculas que, para terem mais
espaço para abrirem as portas dos seus faustosos popós, estacionam os bólides mesmo
coladinhos aos carros do lado, de forma que entrar no nosso carro seja não só uma
arte de contorcionismo, como aproveitamos para limpar com o casaco as laterais
do nosso e do carro do lado até à porta, e ainda acabamos por, caso ainda
estejamos secos em alguma parte da roupa, para nos molhar ainda mais pois
fechar o chapéu e entrar dentro carro transforma-se numa luta frenética à medida
que tudo o que pode empecilhar (mala, chaves do carro, saco das compras) cumpre
a sua função de empecilho e atrasa ainda mais todo o processo. Claro que,
entretanto, tinha de cair uma monumental carga de água, não fosse eu ter
dúvidas que chegava encharcada a casa.
Isso fez me lembrar aquele teste do myth busters em que chegavam à conclusão que se corresses à chuva te molhavas o mesmo (ou mais, agora tou na duvida) do que se fosses a andar normalmente.
ResponderEliminarAcredito... o que reforça a minha mais recente ideia de que o chapéu não serve para nada a não ser criar a ilusão de que nos vamos manter secos...até entrarmos no carro. E apenas da cintura para cima. Se não houver vento.
Eliminar(o nível de interesse deste blog está upa-upa!! já estou no estado do tempo e já faltou mais para falar de novelas) :D