terça-feira, 11 de dezembro de 2018
Utopias
Não tenho tempo para mim. É um facto que de momento não consigo mudar. Tenho tempo (tenho de ter) para tudo o resto, mas o único tempo que disponho para mim resume-se à noite quando me vou deitar e nessa altura o cansaço já me domina e a paciência já se foi. Deito-me a pensar que amanhã vou conseguir arranjar meia hora, 20 minutos, para me dedicar a algo que me entusiasme, mas os dias correm mais ou menos da mesma forma e este momento meu é sucessivamente adiado. Em compensação a minha mente fervilha de projetos, de ideias, que gostaria de concretizar, acho mesmo que nunca tive um momento tão criativo como agora. A minha imaginação é um gigantesco Pinterest em movimento, como se minha falta de tempo se condensasse em ideias, prontas a surgir aqui e ali. E quanto menos tempo tenho, mais ideias vou tendo, numa espécie de auto-pirraça. Às vezes gostava de ser mais amiga de mim mesma... ou que os trabalho manuais dessem dinheiro.
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Ainda ontem olhei para uma feirinha de natal ali no campo pequeno e pensei que se aquilo desse dinheiro não me importava de passar o dia na rua e não no computador. Eu acumulo tralha na mesa da sala, à espera de tempo para concretizar esta ou aquela ideia, mas o tempo quando aparece é como dizes, estou exausta e os olhos já não dão conta do recado.
ResponderEliminarAi, as feirinhas de Natal… Durante a faculdade trabalhava ao fim de semana numa loja de artesanato e ainda fiz algumas feirinhas com eles. Era tão giro!! Eu sei que seria feliz a fazer isso. Agora a mesa da sala tem de estar desocupada pois há umas mãozinhas muito pequeninas que ADORAM atirar tudo ao chão...
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